Perguntas frequentes

Encontre aqui resposta às questões mais comuns relacionadas com a Empresa, a sua ação, os investidores e outras informações relevantes.

Empresa

A Galp foi criada, sob a forma de sociedade anónima de capitais públicos, em 22 de abril de 1999, com a denominação de Galp – Petróleos e Gás de Portugal, SGPS, S.A., tendo adotado, em 13 de setembro de 2000, a denominação atual – Galp Energia, SGPS, S.A.

À data da sua constituição, a Galp agrupou as participações diretas do Estado nas sociedades Petrogal, holding do estado português para o negócio petróleo, e a Gás de Portugal e Transgás, responsáveis pelo negócio do gás natural em Portugal.

Para aceder a informações atualizadas sobre as principais áreas de atividade da Galp deverá consultar a secção Sobre Nós.

Para maior detalhe sobre informação financeira e operacional, queira consultar o histórico de relatórios e apresentações de resultados. Em alternativa, pode consultar a secção Listagem e dados chave.

Investidores

As demonstrações financeiras consolidadas do grupo Galp são preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro, tal como adotadas pela União Europeia.

Devem entender-se como fazendo parte daquelas normas, quer as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS – International Financial Reporting Standards) emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), quer as Normas Internacionais de Contabilidade (IAS), emitidas pelo International Accounting Standards Committee (IASC) e respetivas interpretações – SIC e IFRIC, emitidas pelo International Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC) e Standing Interpretation Committee (SIC), que tenham sido adotadas na União Europeia.

As demonstrações financeiras da Galp são elaboradas de acordo com as IFRS e o custo das mercadorias vendidas e matérias-primas consumidas é, desde 1 de novembro de 2008, valorizado a custo médio ponderado.

A utilização deste critério de valorização pode originar volatilidade nos resultados em momentos de oscilação dos preços das mercadorias e das matérias-primas, através de ganhos ou perdas em stocks, sem que tal traduza o desempenho operacional da Empresa, efeito este que se designa por efeito stock.

Outro fator que pode afetar os resultados da Empresa, sem ser um indicador do seu verdadeiro desempenho, é o conjunto de eventos de natureza não recorrente tais como ganhos ou perdas na alienação de ativos.

Com o objetivo de avaliar o desempenho operacional do negócio da Galp, os resultados operacionais e os resultados líquidos replacement cost ajustados (RCA) excluem os eventos não recorrentes e o efeito stock por terem sido apurados por utilização do método do custo de substituição, designado replacement cost.

Desde a sua entrada em bolsa que a Galp apresenta os resultados consolidados numa base trimestral. Para acesso à informação financeira e operacional publicada trimestralmente, consulte a secção Relatórios e Resultados.

Se pretende ficar a saber quais as datas das próximas apresentações de resultados trimestrais, consulte o nosso calendário.

O ano fiscal da Galp corresponde ao ano de calendário.

Ações

As ações da Galp estão admitidas à negociação na NYSE Euronext Lisbon desde o dia 23 de outubro de 2006.

Das 829.250.635 ações que compõem o capital social da Galp, 771.171.121 ações estão admitidas à negociação na Euronext Lisbon.

As restantes ações são detidas indiretamente pelo Estado português através da Parpública e não estão admitidas à negociação mas apenas registadas junto da Eurolist by Euronext Lisbon.

O símbolo das ações admitidas à negociação é o GALP com o ISIN PTGA0AM0009; SEDOL B1FW751 e WKN AOLB24.

Para aceder a informação detalhada sobre os programas de compra de ações próprias deverá consultar a secção Aquisição e alienação de ações próprias.

As ações da Galp estão cotadas na NYSE Euronext Lisbon e revestem a forma de ações ordinárias, nominativas e escriturais. As ações podem ser compradas através de qualquer prestador de serviços de corretagem, normalmente os bancos. Para proceder à compra de ações será necessário ser titular de uma conta de guarda de títulos, na qual as ações serão depositadas. Não é possível a compra de ações diretamente à Galp. Para aceder a mais informações sobre as ações da Galp deverá consultar a secção Ação da Galp.

Para aceder a uma lista atualizada dos acionistas da Galp deverá consultar a secção Estrutura acionista.

Assembleia Geral

A data da Assembleia Geral da Galp será divulgada aquando a publicação do calendário financeiro da Empresa, perto do final do ano. Clique aqui para saber mais sobre a Assembleia Geral da Galp.

Apenas têm direito a participar nas reuniões da Assembleia Geral os acionistas com direito a voto.

Têm a qualidade de acionistas, para efeitos de participação nas reuniões da Assembleia Geral, os que tenham pelo menos uma ação escriturada em seu nome, às 00:00 horas (hora legal de Portugal) do quinto dia de negociação anterior à data da reunião de que se trate.

Os acionistas sem direito de voto e os obrigacionistas não podem participar nas Assembleias Gerais.

Cabe um voto a cada ação.

De acordo com a lei e estatutos, as condições de participação em Assembleia Geral estabelecem-se exclusivamente em referência ao acionista titular de ações que confiram direito de voto nos termos dos estatutos.

Existem as seguintes modalidades de participação:

  • Participação Presencial do Acionista;
  • Participação por Correspondência Postal;
  • Participação por Representante.

Cabe um voto a cada ação.

Os acionistas (pessoas coletivas ou pessoas singulares) podem fazer-se representar nas reuniões de acionistas por qualquer pessoa com capacidade jurídica plena. A designação deve ser feita por qualquer meio escrito, acompanhada de documento de identificação nacional ou estrangeiro; Os acionistas que pretendam participar ou fazer-se representar na Assembleia, devem declará-lo por escrito ao presidente da mesa da Assembleia Geral e ao intermediário financeiro junto do qual a conta de registo individualizado esteja aberta, até ao final do sexto dia anterior à data de realização da Assembleia Geral e nos termos da lei;

Os acionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência sobre cada um dos pontos da ordem de trabalhos. O boletim de voto deve ter assinatura idêntica à do documento de identificação e deve dirigido ao presidente da mesa da Assembleia Geral, de acordo com os prazos previamente anunciados, enviado por correio registado com aviso de receção para a sede da Sociedade.

O boletim de voto, deve ser acompanhado de fotocópia legível do bilhete de identidade do acionista ou, no caso de acionista que seja pessoa coletiva, deverá ser assinado por quem a represente legalmente, com a assinatura reconhecida nessa qualidade.

O envio deste boletim não dispensa o acionista de remeter, por escrito, a sua intenção de participar na Assembleia Geral, dentro do prazo publicado para os devidos efeitos, e até ao final do dia do 5º dia de negociação anterior à data da Assembleia Geral, declaração emitida pelo intermediário financeiro a quem esteja cometido o serviço de registo em conta das ações.

Só serão consideradas válidas as declarações de voto de onde conste de forma expressa e inequívoca:

  • A indicação do ponto ou pontos da ordem de trabalhos a que respeita;
  • A proposta concreta a que se destina;
  • A indicação precisa e incondicional do sentido de voto para cada proposta;
  • Os votos exercidos por correspondência valem como votos negativos relativamente às propostas de deliberação apresentadas posteriormente à data em que esses mesmos votos tenham sido emitidos.

O escrutínio dos votos por correspondência será efetuado pela mesa da Assembleia Geral, por adição aos votos expressos na Assembleia.

Pode, desde que o faça até ao termo do prazo estabelecido para o efeito.

Pode, contudo a sua presença na Assembleia Geral de acionistas ou de um seu representante e exercício do respetivo direito de voto, implica a revogação do voto expresso.

O acionista ou acionistas que, nos termos do artigo 23º - A do Código de Valores Mobiliários, possuam ações correspondentes a pelo menos 2% do capital social podem requerer, nos casos especialmente estabelecidos no Código das Sociedades Comerciais, que na ordem de trabalhos da Assembleia Geral sejam incluídos novos pontos.

A apresentação de propostas poderá ser efetuada, por acionista ou acionistas que, nos termos do artigo 23º - A do Código de Valores Mobiliários, possuam ações correspondentes a pelo menos 2% do capital social, nos cinco dias seguintes à publicação da convocatória da Assembleia Geral, juntamente com a informação que deva acompanhar a proposta de deliberação. Tais propostas de deliberação e informação devem ser divulgadas, logo que possível, aos acionistas pela mesma forma usada para a divulgação da presente convocatória até 10 dias antes da data da Assembleia Geral.

É calculado pela soma das ações detidas pelos acionistas que tenham votado por correspondência e das ações detidas pelos acionistas que se encontrem presentes e representados na Assembleia Geral.

Encerrada a Assembleia Geral, podem os acionistas que nela participaram, ou que votaram por correspondência ou via eletrónica, solicitar ao presidente da mesa da Assembleia Geral uma cópia da ata da referida reunião, o que lhes será facultado logo que seja possível disponibilizá-la.

Após esse momento todos os acionistas que pretendam outro tipo de esclarecimentos e informações sobre a Sociedade deverão junto da Equipa de Relação com os Investidores, solicitá-los pelos meios publicitados, nomeadamente através do endereço de e-mail ag@galp.com

Dividendos

Para informação detalhada sobre a política de distribuição de dividendos, deverá consultar a secção Dividendos.

Apenas as ações detidas até ao terceiro dia útil imediatamente anterior à data de pagamento do dividendo (ex-dividend date) têm direito a receber o dividendo.

Para informação detalhada sobre a política de distribuição de dividendos, deverá consultar a secção Dividendos.

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