Os animais selvagens feridos que chegam a esta unidade de recuperação são, no geral, encontrados pelas patrulhas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (GNR), pelos Vigilantes da Natureza (ICNF) ou até pela população local, e provêm sobretudo da região entre Troia e Odemira. Carolina alerta:
"É fundamental apostar na divulgação, na comunicação e na educação ambiental, para que todos saibam como agir ao encontrar um animal selvagem ferido. Ou seja, importa compreender que não devemos ignorar o animal e deixá-lo a morrer, nem levá-lo para casa, pois isso pode ser prejudicial para o próprio animal e até para as pessoas, já que muitos podem transmitir doenças. A atitude certa é contactar imediatamente as autoridades ou um centro de recuperação próximo, para que o animal possa ser resgatado e encaminhado o mais rapidamente possível para os cuidados adequados."