Outras iniciativas e compromissos

Subscrevemos princípios e iniciativas alinhadas com os nossos compromissos e com a nossa estratégia. Através desta atuação demonstramos o nosso empenho e o elevado nível de compromisso da empresa perante todos os stakeholders.

The Global Compact

Pacto global das Nações Unidas

Comprometemo-nos a respeitar e proteger os dez princípios universais enunciados pelas Nações Unidas.

Estamos investidos em defender estes princípios através da definição de políticas, estabelecimento de objetivos e implementação e monitorização de medidas.

Os dez princípios universais relacionados com os direitos humanos dividem-se em quatro dimensões práticas:

  • Os direitos humanos;
  • As práticas laborais;
  • A proteção ambiental;
  • A anti-corrupção.

Os dez princípios universais — United Nations Global Compact

Direitos humanos 1. Respeitar e salvaguardar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente
2. Garantir a não participação em violação dos direitos humanos
3. Garantir a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo à negociação coletiva
Práticas laborais 4. Abolir todas as formas de trabalho forçado e obrigatório
5. Abolir de forma efetiva o trabalho infantil
6. Eliminar a discriminação no emprego
7. Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais
Proteção ambiental 8. Realizar iniciativas para promover a responsabilidade ambiental
9. Promover o desenvolvimento e a difusão de tecnologias amigas do ambiente
Anticorrupção 10. Combater a corrupção em todas as suas formas, incluindo a extorsão e o suborno.

 Saiba mais sobre o Global Compact.

Fórum Empresas para a Igualdade

Promovido pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), esta iniciativa compromete-nos a desenvolver ações de promoção de igualdade de género.

Aderimos ao Fórum das Empresas para a Igualdade, em 2014, com vista a aprofundar os princípios de igualdade e da não-discriminação entre homens e mulheres no trabalho e no emprego, bem como a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar.

Pretendemos alcançar melhorias no âmbito das práticas sustentáveis, da justiça organizacional e da satisfação de todos os nossos colaboradores.

Conheça aqui a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) e o nosso Plano para a igualdade para 2019.

Código de conduta - Empresas e VIH

Na consolidação do nosso compromisso com a responsabilidade social subscrevemos, em 2012, o código de conduta – Empresas e VIH.

Reforçamos o nosso empenho com os valores da não-discriminação e da igualdade de direitos dos trabalhadores, independentemente da sua condição de saúde.

Este código de conduta, enquadrado pelos princípios adotados pela Organização das Nações Unidas e o Código de Conduta da Organização Internacional do Trabalho, consagra:

  • A não discriminação de pessoas que vivem com a infeção pelo VIH (vírus da imunodeficiência humana);
  • A igualdade no acesso à prevenção e ao tratamento da infeção pelo VIH;
  • A divulgação junto dos trabalhadores de informação relativa à infeção;
  • O reconhecimento que a realização de testes para deteção da infeção é uma medida de saúde pública importante, que não pode comprometer o ingresso e a progressão na carreira do trabalhador.

 Zero Routine Flaring

Em 2015 aderimos, como operador de exploração e produção, à iniciativa de Zero Routine Flaring by 2030.

O nosso objetivo é dimensionar para zero flaring os novos projetos de E&P, em condições de operação normal. Assim, em 2015 tivemos a oportunidade de reforçar este mesmo compromisso ao aderirmos à iniciativa do World Bank em prol de uma atividade de E&P sem flaring em condições de operação normal (em inglês, routine flaring).

A meta passa por reduzir a queima de gás (em operação normal) e consequentemente a emissão de CO2, entre outros poluentes. Este objetivo projeta-se até 2030 e a iniciativa conta com a adesão de diversas instituições, entidades governamentais e empresas do nosso setor.

Consulte a divulgação oficial do World Bank.

CDP

Apoiamos a iniciativa CDP — uma plataforma que divulga informação ambiental relevante para a gestão de impactes e proteção do ambiente.

Este apoio reflete o nosso comprometimento com a satisfação das necessidades energéticas futuras, a minimização da intensidade carbónica da nossa atividade e a proteção do ambiente.

O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos, cujo objetivo é a promoção da redução das emissões de gases de efeito estufa, a salvaguarda dos recursos hídricos e proteção das florestas junto de empresas e entidades governamentais. Trata-se de uma plataforma que divulga informação ambiental relevante para a gestão de impactes e proteção do ambiente. Os dados de desempenho ambiental, voluntariamente fornecidos por diversas entidades públicas e privadas, são recolhidos e transformados pelo CDP em análises sobre riscos ambientais críticos, oportunidades e impactos. A informação resultante é usada por investidores, clientes e decisores públicos para a tomar melhores decisões, gerir o risco e capitalizar oportunidades.

A Galp mantém-se entre os líderes a nível global em sustentabilidade corporativa de acordo com o ranking do CDP de 2018, que distinguiu a Empresa pelas suas ações em matérias de gestão de recursos hídricos e de informação produzida na vertente de riscos associados a alterações climáticas e de oportunidades de menor intensidade carbónica.

A Galp é uma das 42 empresas incluídas no ranking como líder pelas nossas ações em segurança hídrica e alterações climáticas, sendo a única no setor de Oil & Gas a obter a classificação A ou A- em ambas as categorias.

Esta distinção reconhece mais uma vez o compromisso da Galp em melhorar de forma contínua o desempenho das suas operações através de uma utilização mais eficiente e sustentável dos recursos naturais, garantindo a conformidade com as melhores práticas de ambiente, segurança e governo corporativo.

TCFD

Galp comprometida com os desafios de energia e clima.

“A Galp, como um operador integrado de energia, está empenhada em fornecer energia de forma eficiente e sustentável. Consciente dos desafios que as mudanças climáticas representam, a Galp afirma seu compromisso em apoiar as recomendações voluntárias do Financial Stability Board (FSB) liderada pela indústria através da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).”

Carlos Gomes da Silva, CEO da Galp

Para além do compromisso assumido através da nossa política de alterações climáticas, esta é uma demonstração poderosa do nosso compromisso na promoção de uma relação mais equilibrada entre a satisfação das necessidades energéticas e minimização da intensidade carbónica da nossa atividade, garantindo a transparência sobre as informações relacionadas ao clima, que irão facilitar uma tomada de decisão empresarial e de investimento mais informada.

A Galp está comprometida com:

  • A promoção do desenvolvimento de novas tecnologias, processos e soluções (integradas e SMART), de modo a melhorar a eficiência das atividades próprias e de terceiros, reduzindo a intensidade energética e as emissões de GEE, promovendo uma economia de baixo carbono no setor do O&G e em outros setores da economia;
  • A integração do preço do carbono nas tomadas de decisão, principalmente em novos investimentos, de modo a reduzir riscos e maximizar oportunidades associadas;
  • A promoção do conceito de ciclo de vida para identificar oportunidades, maximizar a eficiência energética e minimizar a pegada de carbono das atividades e produtos.

A Galp suporta a prossecução de um acordo global e eficaz. Desta forma, continuaremos a contribuir de forma construtiva para o desenvolvimento de medidas apropriadas para superar os desafios da energia e clima, procurando um compromisso sustentável e apoiando a adoção de uma estratégia para redução das emissões de carbono baseada num mercado único, custo-eficaz e sustentável a longo prazo, globalmente partilhada e transparente para a sociedade.

Veja aqui a tabela de alinhamento com as recomendações da TCFD.

We Mean Business

A Galp aderiu à coligação We Mean Business, integrada na iniciativa da NAZCA Tracking Climate Action da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC).

Esta plataforma, formada por um conjunto de organizações que trabalham com o setor empresarial e investidores à escala mundial, promove a transição para uma economia de baixo carbono, de modo a assegurar o crescimento económico sustentável. A plataforma promove ainda uma ação climática proactiva, incentivando a criação de novos marcos políticos no âmbito das alterações climáticas.

Na Galp, comprometemo-nos com os seguintes objetivos:

  • atribuir um preço ao carbono: reconhecendo esta prática como uma ferramenta essencial e estratégica para a minimização da intensidade carbónica da atividade;
  • adotar práticas corporativas de envolvimento responsável em matéria de política climática: admitindo o envolvimento corporativo como um fator crucial na ratificação e cumprimento do Acordo do Clima de Paris;
  • implementar as recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures: assumindo a crescente importância da informação climática nas práticas e processos de investimento e seguindo as recomendações para o reporte de informações financeiras relacionadas com as alterações climáticas.

Saiba mais sobre esta iniciativa.

Roteiro para a neutralidade carbónica

O Roteiro para a neutralidade carbónica 2050 em Portugal é uma iniciativa, lançada pelo Governo português, com o objetivo de estudar da viabilidade técnica e económica de trajetórias de redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em Portugal até 2050, para uma economia competitiva e de baixo carbono, alinhada com o compromisso assumido por Portugal de alcançar a neutralidade carbónica em 2050.

A Galp tem acompanhado ativamente esta iniciativa, como parte interessada. A convite do Governo, participou na discussão dos grupos de trabalho para o sector da energia e mobilidade, e apresentou o seu parecer formal sobre este Roteiro na Consulta Pública.

 

Saiba mais sobre esta iniciativa

 

MEET 2030

O MEET 2030 é um projeto coordenado pelo BCSD Portugal, em parceria com o Instituto Superior Técnico (IST) em colaboração com as restantes empresas associadas, e conta com a participação de vários outros stakeholders, entre os quais entidades públicas e outras organizações nacionais e internacionais.

O Meet 2030 contribui para a implementação do Acordo de Paris, que pretende alcançar uma economia neutra em carbono (net zero) na segunda metade do século.

A Galp promoveu e liderou o projeto Meet 2030, que teve como objetivos:

  • Criar cenários para Portugal em 2030 para alcançar a neutralidade carbónica;
  • Identificar potenciais novos setores de atividade económica, inovação em processos e produtos, bem como as vantagens competitivas para as empresas manterem um crescimento sustentável a médio e longo prazo;
  • Identificar as soluções com maior valor acrescentado e contribuir para uma policy action, que permita definir prioridades estratégicas a nível nacional e internacional.

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