Biocombustíveis

O compromisso da Galp ao utilizar matérias-primas residuais e sustentáveis, na produção de biocombustíveis, visa em maximizar as reduções nas emissões de CO2. Sendo uma das formas da Empresa contribuir para a transição energética em curso.

Além disso, a produção de biocombustíveis também garante alguma segurança no fornecimento de biocombustíveis, garantindo algum nível de integração e ajudando a cumprir as metas de incorporação de biocombustíveis.

A Galp opera a Enerfuel, uma unidade industrial em Sines, que produz biodiesel FAME (fatty acid methyl ester) 100% proveniente de resíduos, através da transformação de óleos alimentares usados e gorduras animais.
A Enerfuel tem uma capacidade instalada de 25 kton de biodiesel pro ano e em 2019 produziu mais de 23 kton, o que equivale a uma redução de 68 kton das emissões de CO2.

Adicionalmente, a Galp é também produtora de Hydrogenated Vegetable Oil (HVO), através de uma unidade de hidrogenação na refinaria de Sines, a partir do coprocessamento de óleo vegetal em conjunto com gasóleo, resultando num biocombustível com características semelhantes aos fuels de origem fóssil. Em 2019, a produção foi próxima de 30 kton, o que equivale a uma redução de 50 kton de emissões de CO2.

A Galp na sua atividade comercial incorporou 310 km3 de biocombustíveis em Portugal e Espanha, evitando a emissão de 353 kton de CO2, quando comparando com combustíveis de origem exclusivamente fóssil.

Ações e objetivos

De acordo com os objetivos estabelecidos pela Comissão Europeia e os respetivos países, a Galp continuará a cumprir a introdução de biocombustíveis na Península Ibérica.

De acordo com a Renewable Energy Directive (RED I) e a legislação nacional, em 2019 a Galp introduziu 7,0% de conteúdo energético proveniente de biocombustíveis para o transporte rodoviário em Portugal e Espanha. A estratégia da Galp para os biocombustíveis, em linha com as iniciativas de descarbonização em curso, pretende fomentar o uso de biocombustíveis provenientes de resíduos, os quais em 2019 representaram mais de 50% das matérias-primas.

De acordo com o RED, em 2020 a Galp terá de incorporar 10% de biocombustíveis no conteúdo energético em Portugal, e 8,5% em Espanha. Adicionalmente, a nova regulação Europeia (RED II) já aprovada, irá também estabelecer o enquadramento para a próxima década (2021-30) promovendo os biocombustíveis avançados e o uso limitado de algumas matérias-primas.

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