No último trimestre de 2025, a refinaria de Sines parou. Não por avaria, não por crise, mas por estratégia. Uma paragem programada para fazer o que não seria possível em operação normal: inspecionar, reparar, substituir, modernizar.
Num esforço conjunto, Galp e mais de 60 empresas parceiras trabalharam lado a lado durante semanas, como uma só estrutura. Não havia Empresa A nem Empresa B. Havia um plano, um sistema de parceria que garantia que nenhuma operação crítica era feita em solitário. O resultado é uma refinaria que chega ao ciclo seguinte mais segura, mais eficiente, e com condições de operar com menos emissões de CO2.