O futuro também se serve à mesa

A transformação das lojas Goody está longe de estar concluída. Para Rita Matos, o próximo passo passa por tornar a experiência ainda mais integrada, aproximando o digital da loja física.
"O meu sonho era que um cliente soubesse que tem uma Galp a dois quilómetros, abrisse a aplicação Mundo Galp, fizesse o pedido e, quando chegasse, tivesse tudo pronto para levantar ou consumir na loja", conta.
A conveniência deixa, assim, de estar apenas na rapidez do serviço e passa também pela forma como o cliente prepara a sua visita.
Ao mesmo tempo, a Goody continua a sair das quatro paredes das lojas para estar onde os portugueses também estão. Este ano, voltou aos festivais de verão com uma food truck, marcou presença em eventos ligados à Seleção Nacional e tem procurado dar a conhecer a marca junto de novos públicos.
O objetivo continua a ser mudar uma perceção que ainda persiste. "Se perguntarmos na rua 'vais à Galp tomar o pequeno-almoço?', provavelmente ainda há muita gente que não nos associa a isso", admite Rita Matos.
Mas acredita que essa mudança acontece uma visita de cada vez.
"Quem entra, conhece a oferta e volta".
Porque, hoje, uma paragem numa Galp Goody já não serve apenas para abastecer o carro. Serve para começar o dia, fazer uma pausa, almoçar, descobrir uma novidade ou simplesmente levar para casa um pão de deus carregado de coco. E é precisamente essa capacidade de responder a diferentes momentos que define a nova ambição da marca.