Se o voluntariado corporativo cria contexto para desenvolver novas skills nos colaboradores, o voluntariado de competências é a forma de devolver esses benefícios à comunidade. Neste modelo, os colaboradores contribuem com o que sabem fazer: conhecimento técnico, experiência profissional ou capacidade de resolver problemas.
Sandra Aparício, Diretora Executiva da Fundação Galp, enquadra esta abordagem como parte da própria lógica empresarial. “As empresas têm um propósito, que é o lucro, mas hoje a sustentabilidade faz parte da sua presença no mercado. O voluntariado surge como uma expressão desse compromisso”, explica.