A Galp reforçou hoje o seu portefólio de exploração e produção no Brasil com a atribuição do bloco Rodocrosita, na Bacia de Santos, no âmbito do 4.º Ciclo da Oferta Permanente sob o regime de Partilha de Produção promovido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O bloco foi atribuído a um consórcio formado pela Equinor, que assume a posição de operador com 70%, e pela Galp, com os restantes 30%. O consórcio venceu a licitação através da oferta de excedente em óleo, assegurando opções futuras para explorar potenciais sinergias com o projeto Bacalhau. O bónus de assinatura do bloco ascende a 20,8 milhões de reais, aproximadamente 4,1 milhões de dólares.
A área é contígua ao campo de Bacalhau, no pré-sal da Bacia de Santos, onde a Galp e a Equinor mantêm uma parceria de longo prazo. Esta proximidade permite ao consórcio beneficiar do conhecimento técnico e geológico adquirido na região.
Esta atribuição representa mais um passo na estratégia da Galp de construção de um portefólio equilibrado entre ativos produtores e oportunidades exploratórias de elevado potencial, reforçando simultaneamente a sua presença numa geografia que constitui uma das principais áreas de crescimento da empresa.
"O Brasil continua a reunir condições únicas em termos de qualidade dos recursos, conhecimento técnico e competitividade, oferecendo oportunidades relevantes para criação de valor a longo prazo. A aquisição do bloco Rodocrosita reflete a abordagem disciplinada da Galp à expansão do seu portefólio de exploração, assim como a avaliação criteriosa de novas oportunidades, em parceria com operadores de referência internacional", afirma Nuno Bastos, EVP Upstream da Galp.
A atribuição de Rodocrosita dá continuidade à presença da Galp no Brasil, onde a empresa está presente há mais de 25 anos e concentra atualmente a totalidade da sua produção de petróleo e gás.
A atribuição do bloco surge na sequência do reforço recente da presença exploratória da Galp no Brasil, incluindo a entrada em 2025 em três novos blocos offshore na Bacia de Pelotas, e evidencia a confiança da empresa no potencial geológico das bacias offshore brasileiras.
Os próximos passos do consórcio incluem a formalização do contrato de partilha de produção e o desenvolvimento dos trabalhos previstos para a fase exploratória, de acordo com o programa e os requisitos definidos pela ANP.