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Camião da Esperança

A Galp, a TVI e a Rádio Comercial uniram esforços para ajudar quem mais precisa.

O Camião da Esperança está a percorrer regiões de Norte a Sul do país, para realizar cerca de 100 testes por dia ao Covid-19 em algumas das zonas com maior dificuldade de mobilidade do país.

Desde 18 de abril, e durante um mês, o Camião da Esperança estará na estrada, totalmente equipado, com uma equipa de profissionais de saúde, para testar e cuidar dos habitantes do interior de Portugal.

Uma ação com o apoio do Ministério da Saúde, que é liderada no terreno pela Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, que garante a articulação de todos os procedimentos com as ARS de cada região, para identificar os focos prioritários, os procedimentos oficiais de rastreamento e posteriores procedimentos. As Câmaras Municipais serão naturalmente também envolvidas.

Só os utentes identificados previamente pelas ARS, nomeadamente pelos Centros de Saúde locais, são encaminhados para o camião.

Esta ação enquadra-se no esforço de atuação da Galp no apoio aos portugueses, à comunidade médica e a todos os que estão na primeira linha do combate à pandemia Covid-19.

#UmGestoMudaTudo

 

Calendário

  • 18.04 | Sábado - Vila Real
     
  • 19.04 | Domingo - Vila Real
     
  • 20.04 | Segunda - Chaves
     
  • 21.04 | Terça - Chaves
     
  • 22.04 | Quarta - Sabrosa
     
  • 23.04 | Quinta - Peso da Régua
     
  • 24.04 | Sexta - Vouzela
     
  • 25.04 | Sábado - Almodovar
     
  • 26.04 | Domingo - Almodovar
     
  • 27.04 | Segunda - Moura
     
  • 28.04 | Terça - Descanso
     
  • 29.04 | Quarta - Marvão
     
  • 30.04 | Quinta - Reguengos de Monsaraz
     
  • 01.05 | Sexta - Castanheira de Pêra
     
  • 02.05 | Sábado - Tabuaço
     
  • 03.05 | Domingo - São João da Pesqueira
     
  • 04.05 | Segunda - Penedono
     
  • 05.05 | Terça - Viseu
     
  • 06.05 | Quarta - Oliveira do Hospital
     
  • 07.05 | Quinta - Viana do Alentejo
     
  • 08.05 | Sexta - Viana do Alentejo
     
  • 09.05 | Sábado - Évora
     
  • 10.05 | Domingo - Évora
     
  • 11.05 | Segunda - Moura
     
  • 12.05 | Terça - Moura
     
  • 13.05 | Quarta - Lisboa
     
  • 14.05 | Quinta - Gouveia
     
  • 15.05 | Sexta - Gouveia
     
  • 16.05 | Sábado - Guarda
     
  • 17.05 | Domingo - Sabugal
     

 

Perguntas Frequentes

Os coronavírus são uma família de vírus que podem causar infeções nas pessoas. Normalmente estas infeções afetam o sistema respiratório, podendo ser semelhantes à gripe ou evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia.

O novo coronavírus, designado SARS-CoV-2, foi identificado pela primeira vez em dezembro de 2019 na China, na cidade de Wuhan. Este novo agente nunca tinha sido identificado anteriormente em seres humanos. A fonte da infeção é ainda desconhecida.

Ainda está em investigação a via de transmissão. A transmissão pessoa a pessoa foi confirmada e já existe infeção em vários países e em pessoas que não tinham visitado o mercado de Wuhan. A investigação prossegue.

A maioria das pessoas infetadas apresentam sintomas ligeiros a moderados de infeção respiratória aguda:

  • Febre (T>37,5ºC)
  • Tosse
  • Dificuldade respiratória (Falta de ar)

Em casos mais graves pode causar pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e de outros órgãos, e eventual morte. Contudo, a maioria dos casos recupera sem sequelas.

A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.

Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.

As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.

Este projeto tem como objetivos aumentar o número de testes realizados em zonas carenciadas (população com menor mobilidade) e apoiar e providenciar tratamento, mantendo a continuidade de cuidados de saúde e outros serviços essenciais.

Não. Os doentes avaliados no Camião da Esperança serão doentes identificados pela Autoridade de Saúde Local e/ou pelos Municípios de acordo com a gravidade clínica.

Depois de identificada a lista de doentes, existem dois procedimentos possíveis:

  • Se a lista de utentes for extensa, uma equipa da carrinha com um médico e enfermeiro vai a casa dos utentes para fazer esta validação;
  • Se a lista de utentes for curta, estes utentes são chamados ao camião para fazer a validação e, se necessário, o teste.

A todos os utentes que forem ao camião, será dado dada uma máscara ao chegarem, que devem manter durante todo o processo – retirando apenas para a realização do swab e para ver a orofaringe.

Esta informação será atualizada nas áreas dedicadas dos parceiros (sites e/ou redes sociais).

O Camião da Esperança está em constante coordenação com as Instituições de Saúde que identificam os locais com maior necessidade de realização de testes, bem como quem são os doentes mais urgentes.

A equipa do Camião da Esperança irá realizar o teste aos casos validados, não existindo cobrança do mesmo para o utente.

As equipas do Camião da Esperança farão a receção dos doentes, o processamento administrativo dos dados necessários e a colheita de amostra nasofaríngea, de acordo com as boas práticas e os mais altos padrões técnicos e de segurança, assegurando o cumprimento do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

Todos os resultados laboratoriais são enviados para as Instituições de Saúde responsáveis e para o doente, que agirá em conformidade com o protocolo clínico aplicável a cada caso.

Depois da equipa do Camião da Esperança realizar a recolha da amostra, esta será enviada para o Laboratório parceiro onde será processada de acordo com as normas da DGS. O resultado será comunicado ao utente entre 48 a 72h, aproximadamente.

No final da colheita, a equipa do Camião da Esperança entregará ao utente um folheto informativo (elaborado em colaboração com as Instituições de Saúde), de acordo com as orientações da Direção-Geral de Saúde. Todos os dados serão notificados nas plataformas exigidas para o adequado seguimento de todos os doentes.

Sim. Todos os dias haverá um relatório do trabalho para envio às Entidades de Saúde locais, aos parceiros envolvidos e para registo nas plataformas necessárias.

A constituição da equipa varia de acordo com as necessidades locais e é sempre reduzida ao mínimo necessário. Neste momento temos 14 elementos divididos entre coordenação, médicos(as), enfermeiros(as), administrativos(as), condutor, equipa de limpeza e equipa de filmagem.

A limpeza e desinfeção das áreas, locais e materiais será efetuada todos os dias ao final do dia, entre turnos e sempre que necessário, de acordo com as orientações da Direção-Geral de Saúde.

Todos os profissionais envolvidos no projeto terão as condições necessárias para garantir a sua segurança e a dos utentes que estão a ser alvo de teste, estando os administrativos equipados com bata, luvas e máscara cirúrgica e os profissionais de saúde com fato de proteção integral ou bata impermeável, luvas resistentes (nitrilo), máscara FFP2, proteção ocular e proteção de calçado. O trabalho diário será efetuado em 2 turnos de 3h cada, sem interrupções, não só de modo a reduzir a utilização de EPI, mas também para minimizar o risco de contágio profissional-doente, doente-profissional e doente-doente. A monitorização dos profissionais envolvidos é diária, com registo de temperatura e presença/ausência de sintomas, tal como recomenda a Norma nº 013/2020;

Para dúvidas relacionadas com o Vírus e as doenças associadas, saiba mais aqui.

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