Exploração & Produção em Portugal

A Galp explora quatro blocos offshore, nas bacias do Alentejo e de Peniche.

Em 2007 foram assinados os contratos de concessão com o Estado português para explorar sete blocos offshore, nas bacias do Alentejo e de Peniche. Ambas as bacias são consideradas áreas de nova fronteira, isto é, estão a ser dados os primeiros passos nas atividades de exploração.

Bacia do Alentejo

   
Consórcio: Galp (30%) Eni (Operador, 70%)
Área: 9.099 km²
Tipo: Águas ultraprofundas
Profundidade da água: 200 - 3.000 metros
Nº de blocos: 3
2016
2014
2007

Durante o ano de 2016, os trabalhos concentram-se na preparação das atividades de perfuração do primeiro poço a ser perfurado, Santola-1.

Concretizou-se a transferência da operação dos blocos da bacia do Alentejo, anteriormente operados pela Petrobras, para a Eni, que passou a deter uma participação de 70% naquela bacia. A Galp diminuiu a sua participação de 50% para 30%.

Foram assinados com o Estado português três contratos para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo. Traduz em três áreas distintas, localizadas no offshore, designadas por “Gamba”, “Lavagante” e “Santola”.

Bacia de Peniche

   
Consórcio: Galp (30%) Repsol (Operador, 34%) Kosmos Energy (31%) Partex (5%)
Área: 12.159 km²
Tipo: Águas ultraprofundas
Profundidade da água: 200 - 3.500 metros
Nº de blocos: 1
2017
2015
2014
2007

Procedeu-se ao abandono de todos os blocos, com a excepção de Camarão.

No ano de 2015, finalizou-se a campanha de aquisição sísmica 3D na bacia de Peniche.

Destaca-se o farm-in da Kosmos Energy nos quatro blocos da bacia de Peniche, que adquiriu uma participação de 31%. A Repsol mantém-se como operador dos blocos com uma participação de 34%, após a saída da Petrobras em 2013.

Em maio de 2007 a Galp assinou com a Petrobras e a Partex um acordo para a exploração e produção de petróleo na bacia de Peniche, na costa portuguesa.